Federação União Progressista define chapa com Virgínia Mendes, Leitão e Sandrin; coronel Assis fica de fora
Articulação liderada por Júlio Campos confirma nomes para disputa à Câmara Federal e reforça disciplina partidária dentro da federação formada por Mauro Mendes.
Semana 7 c/ Hiper Notícias
A Federação União Progressista, formada pelos partidos União Brasil e Partido Progressistas, já definiu os nomes que devem compor as chapas proporcionais para as eleições de 2026 em Mato Grosso. A confirmação foi feita pelo deputado estadual Júlio Campos nesta quarta-feira (4), durante entrevista na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Segundo o parlamentar, a reunião decisiva ocorreu na residência do senador Jayme Campos e consolidou nove nomes para disputar vagas na Câmara dos Deputados. Entre os indicados estão a primeira-dama de Mato Grosso Virgínia Mendes, os deputados federais Fábio Garcia e Gisela Simona, além do ex-deputado federal Nilson Leitão, atual presidente estadual do PP.
A lista também inclui o suplente de deputado federal Victório Galli e Marcelo Sandrin, que integrou a chapa encabeçada por Eduardo Botelho na disputa pela Prefeitura de Cuiabá.
Quem acabou ficando de fora da composição foi o deputado federal Coronel Assis. De acordo com Júlio Campos, o parlamentar já sinalizou que deve deixar o União Brasil na próxima janela partidária para se filiar ao Partido Liberal.
“A chapa de federal está completa. Aliás, tem 13 pré-candidatos para nove vagas”, afirmou o deputado.
Para a disputa à Assembleia Legislativa de Mato Grosso, a federação já contabiliza 17 pré-candidatos e trabalha para fechar a lista com 25 nomes, respeitando a cota mínima de participação feminina prevista na legislação eleitoral.
Durante a entrevista, Júlio Campos também reforçou a posição da direção estadual do União Brasil, presidida pelo governador Mauro Mendes, de que não haverá tolerância com parlamentares que deixarem a sigla fora das regras da federação.
Segundo ele, vereadores interessados em disputar vagas de deputado terão espaço garantido dentro do partido, mas não poderão trocar de legenda sem consequências. Caso isso ocorra, há risco de perda do mandato.
“É uma decisão unânime da executiva”, concluiu.

















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