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Geral Segurança

Em 2022, Barra do Garças deverá fazer parte do programa da Operação Lei Seca

Assim como as operações realizadas na capital e em Várzea Grande, o modelo da operação no interior conta com as forças integradas da Polícia Militar, Polícia Civil e Ciretran, além instituições de fiscalização municipal e do MP.

14/12/2021 às 10h57
Por: Redação Fonte: Sesp MT
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Foto: GGI
Foto: GGI

Willian Silva – Sesp MT

 

Barra do Garças está entre as três cidades que estão em processo de adesão ao Termo de Cooperação Técnica com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), para a realização da Operação Lei Seca.

 

Presente em cinco cidades do interior, a parceria entre as forças de segurança para garantir que os motoristas cumpram a lei apresenta bons números em todas as cidades por onde passa.

 

A última adesão aconteceu por parte de Nova Mutum, que viu a necessidade após observar os altos números de acidentes envolvendo motoristas alcoolizados. “Com essas operações, nós queremos educar os motoristas e evitar acidentes graves, e consequentemente, diminuir os custos que esses casos geram para a saúde pública”, destacou o secretário de Administração do município, Ildo Ademir Faccio.

 

O primeiro município do interior a aderir a Operação Lei Seca, logo após Várzea Grande foi o de Sorriso, que realiza as ações preventivas desde novembro de 2020. Cáceres, Tangará da Serra e Barra do Garças já estão em processo de adesão à operação e a partir de 2022 devem iniciar as ações de fiscalização. 

 

A coordenadora do GGI, major PM Monalisa Furlan Toledo, chama a atenção dos gestores municipais para adesão desse projeto destacando os resultados positivos que podem ser alcançados. “Os municípios devem se atentar à problemática da violência no trânsito porque a operação possui caráter repressivo, mas age preventivamente evitando mortes e acidentes graves que trazem sérios prejuízos à sociedade", disse.

 

Ela também destacou que parte dos custos da operação é custeada pelo Estado.  "Atualmente, está sendo possível realizar essas operações utilizando o efetivo das forças de segurança em seu horário de folga, com o pagamento de gratificação paga pelo Estado e prevista em lei, o que possibilita ainda um incremento do efetivo operacional, propiciando maior sensação de segurança à população”, ressaltou.

 

Os municípios que aderirem ao Termo de Cooperação do GGI receberão Kits Lei Seca, que incluem todos os itens necessários para a realização das operações como aparatos de sinalização, notebooks, mesas dobráveis e geradores portáteis a fim de dar suporte aos municípios para a realização das operações.

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