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Kelyn Khun de Canarana fica com 3º lugar na final do MasterChef: “Me sinto vitoriosa”

Participante serviu menu regional inspirado no centro-oeste; receitas foram elogiadas, mas não superaram os menus de Isabella e Eduardo.

15/12/2021 às 09h42
Por: Redação Fonte: Band
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Stefani Sousa - Band

Quando a 8ª temporada do Masterchef Brasil começou, em julho, grande parte do público fez suas apostas para a final. Naquela época, Kelyn não estava entre os favoritos e, com dificuldade, tentava se manter no jogo. Foram muitas provas de eliminação até que a participante, de 28 anos, conseguiu emplacar sua primeira receita elogiada pelos chefs, em prova de pratos indígenas. De lá pra cá, a advogada arremeteu e brilhou inúmeras vezes. No episódio desta terça-feira (14), subiu ao mezanino com o título de 3º lugar. 

 

Em embate com Isabella e Eduardo, a cozinheira apresentou o menu “Bandeiras”, com inspiração regional, todo pensado no centro-oeste do Brasil. O resultado, elogiado pelos jurados, não foi o suficiente, porém, para disputar o troféu. Kelyn deixou a cozinha aplaudida e acolhida pela família. 

 

Passada a adrenalina da gravação, em entrevista ao Band.com.br, a também estudante de nutrição diz que prefere olhar o copo meio cheio. "Cheguei muito perto, fiz 100% do programa. O resultado dá uma frustração, óbvio, mas, ao mesmo tempo, é um enorme alívio. Sensação de dever cumprido, sabe? Eu realmente me sinto vitoriosa, mesmo que não seja de forma plena. Ter sido finalista é um símbolo muito marcante na minha vida”, reflete.  

 

Mas engana-se quem pensa que o MasterChef é o fim. No futuro, Kelyn pretende continuar envolvida com a gastronomia: “Quero fazer disso um estilo de vida, ter um canal no YouTube, influenciar outras pessoas e promover uma alimentação melhor”. Tudo isso, é claro, aliado com muito estudo e dedicação. “Quero me aprofundar e, se surgir a oportunidade, fazer estágios em restaurantes para aprender com outros chefs”. 

 

Além de otimista, a mato-grossense sente que está mudada. Segundo ela, alguns aprendizados do programa foram além da cozinha e serão utilizados na vida. “Estou mais competitiva... Não que já não fosse, mas, no programa, sempre que fui muito passiva, me coloquei em segundo lugar e me perdi. Isso é algo que acontece comigo sempre, mas dentro da competição ficou claro o modo com que lido com as pessoas e a minha resiliência”.

 

A experiência foi ainda um processo de autoconhecimento que a levou a identificar seus pontos fortes e se orgulhar de cada um deles. "Conquistei o respeito das pessoas sem precisar levantar a voz para ninguém. No final das contas, era isso que eu buscava: encontrar o meu espaço, ser reconhecida, crescer e ganhar confiança”. Que bom que deu certo, Kelyn!  

 

Nascida e criada no interior, em família humilde, a cozinheira conta que descobriu a gastronomia assistindo ao programa. Por isso, quer alcançar ainda mais gente e semear os bons frutos do que viveu. “Quando mais nova, não conhecia restaurantes, não era a minha realidade. O MasterChef abriu um mundo de possibilidades e interesses. Aos poucos, isso foi ganhando força e mudou a minha história. O terceiro lugar é um símbolo muito importante, foi uma trajetória de resistência, de sobrevivência, com altos e baixos, mas, acima de tudo, de muita força e coragem”. Falou tudo.  

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