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Geral Indígena

Xavantes criam cooperativa para melhorar cultivo em Novo São Joaquim

Com a cooperativa, cerca de 600 indígenas terão melhores condições para cultivar arroz, milho e soja, gerando renda e contribuindo para a segurança alimentar.

11/01/2022 às 09h07
Por: Redação Fonte: Assessoria
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Foto: Assessoria
Foto: Assessoria

Assessoria

 

Com apoio da unidade descentralizada da Fundação Nacional do Índio (Funai) de Barra do Garças (MT), a etnia Xavante formalizou a criação da Cooperativa Indígena Volta Grande (CoopIVG), no último dia 8, na Aldeia Volta Grande, município de Novo São Joaquim (MT). Por meio da Coordenação Regional Xavante, a Funai atuou na consulta à comunidade sobre a constituição da entidade, que foi aprovada por todos os indígenas que estiveram no evento.

 

Com a cooperativa, cerca de 600 indígenas Xavante terão melhores condições para cultivar arroz, milho e soja, gerando renda e contribuindo para a segurança alimentar de sua comunidade. Presente ao evento de formalização da CoopIVG, o coordenador regional da Funai, Álvaro Luís de Carvalho Peres, ressaltou a importância da organização dos indígenas Xavante.

 

“A atividade de criação de cooperativas gerenciadas 100% pelos indígenas está alinhada com as diretrizes do presidente da fundação, Marcelo Xavier, que sempre incentiva a produção e a busca do autossustento pelas comunidades”, afirmou.

 

“O próximo passo da cooperativa será contratar um colaborador técnico para que a entidade inicie o plantio e contrate cursos de aperfeiçoamento dos indígenas no manejo das máquinas e implementos agrícolas”, pontua Álvaro Peres. Também esteve presente à reunião com as lideranças Xavante o superintendente de Assuntos Indígenas da Casa Civil do Governo de Mato Grosso, Agnaldo Santos.

 

Etnodesenvolvimento

 

Em uma iniciativa inédita, recentemente a Funai adquiriu e entregou 40 tratores para fornecer apoio a atividades produtivas nas Terras Indígenas. A intenção é garantir a segurança alimentar das diferentes etnias e possibilitar que elas ampliem a produção, investindo em processos de geração de renda. Ao todo, a fundação investiu de mais de R$ 5 milhões na aquisição do maquinário.

 

Ao longo de 2021, a fundação investiu cerca de R$ 10 milhões no suporte a atividades produtivas realizadas pelas comunidades indígenas. Os recursos foram destinados a atividades de piscicultura, roças de subsistência, confecção de artesanato, produção agrícola, casas de farinha, casas de mel, entre outros. Dessa forma, contribuímos para levar dignidade e autonomia às diversas populações indígenas.

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