Mistério Resolvido: Polícia Civil Encontra Corpos de Casal Desaparecido em Cocalinho
Após mais de um ano de buscas, a Polícia Civil de Mato Grosso localizou os corpos de um casal desaparecido na zona rural de Cocalinho. As investigações apontam para um crime brutal envolvendo uma facção criminosa.
A Polícia Civil de Mato Grosso confirmou, na quarta-feira (23), a localização dos corpos de um casal desaparecido desde janeiro de 2025. As vítimas, Glenia Borges da Silva Souza, de 41 anos, e Deived de Oliveira Ferreira, de 21, foram encontradas enterradas em uma área de mata na zona rural de Cocalinho.
As investigações realizadas pela Delegacia de Cocalinho revelaram que o casal foi executado e que seus corpos foram ocultados por membros de uma facção criminosa. A polícia identificou a participação de pelo menos sete indivíduos no crime, incluindo cinco adultos e dois menores de idade, que já respondem a processos por homicídio e ocultação de cadáver.
A busca pelos corpos foi intensificada após a equipe policial obter novas informações sobre a possível localização das vítimas. Com base nas evidências coletadas, os policiais realizaram investigações detalhadas, culminando na identificação do local onde os corpos estavam enterrados.
O local foi isolado para a atuação da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que confirmou a presença de dois corpos. Os restos mortais foram recolhidos e passarão por exames necroscópicos, antropológicos e genéticos, que ajudarão a confirmar a identidade das vítimas e determinar a causa da morte.
Desde o desaparecimento, o casal havia se mudado do Distrito Federal para Cocalinho em busca de emprego, mas parou de manter contato com a família logo após sua chegada. Na época, a Polícia Civil já tinha indícios de que o caso se tratava de um possível duplo homicídio, com informações de que as vítimas foram mantidas em cativeiro antes de serem executadas.
O inquérito sobre os homicídios foi encaminhado ao Poder Judiciário, e os cinco adultos envolvidos estão atualmente presos. Os dois menores de idade estão internados em um lar socioeducativo e também respondem a ações judiciais. As investigações continuam para assegurar a completa identificação das vítimas e a responsabilização de todos os envolvidos.
















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