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Campinápolis Educação

Sintep-MT convoca educadores para Conselho de Representantes e paralisação dia 16 de maio

Campinápolis vai aderir ao movimento.

12/05/2022 às 15h57
Por: Redação
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Por: Adailson Pereira

O Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), organiza para a próxima segunda-feira (16), às 14h, uma paralisação estadual nas escolas públicas. O município de Campinápolis (a 545 km de Cuiabá), vai aderir ao movimento.

A reivindicação é o pagamento da recomposição salarial de no mínimo 21,52%. Para o governador do estado, Mauro Mendes (União Brasil), o salário pago aos servidores da educação em Mato Grosso é o maior do país.

“Estamos em busca de um canal de conversação e negociação com o governo para tratar de pautas prioritárias e outras permanentes da categoria. O governador afirma que está aberto a negociar. Vamos cobrar para que isso se configure na prática e avance no cumprimento da recomposição do Piso Salarial Profissional Nacional”, destaca o presidente do Sintep-MT, Valdeir Pereira, sobre a paralisação.

Desde de janeiro de 2022, o Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) foi corrigido em 33,24%, após dois anos sem nenhuma valorização. O percentual tem como base o valor do custo aluno ano repassado pelo Fundeb. O piso nacional, agora de R$ 3.845,63, é o balizador para a correção dos pisos salariais em todo o país.

No caso de Mato Grosso, o valor do piso salarial estadual sempre esteve acima do nacional. O resultado da luta histórica dos trabalhadores da educação. Contudo, ao longo dos quatro anos de governo Mauro Mendes, essa valorização foi perdida. “Hoje o piso salarial está com valor menor do que o nacional. Nossa luta é para que o governo equipare o valor estadual aos R$ 3.845,63. Por isso, a recomposição mínima de 21,52%”, esclarece o presidente Valdeir.

Durante o Conselho de Representantes os desafios salariais da rede estadual e redes municipais, como o desmonte pedagógico da educação pública estarão em debate. Porém, serão destaque a oferta da profissionalização dos funcionários de escolas públicas, o empobrecimento dos aposentados e pensionistas da educação, após o confisco previdenciário, que retirou 14% da remuneração do segmento, e as eleições do Sintep-MT 2022.

(Com informações, Notícias Exata)

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