", }); });
Quarta, 29 de Junho de 2022
°

-

Dólar
R$ 5,27
Euro
R$ 5,54
Peso Arg.
R$ 0,04
Campinápolis Polícia

Professor de Campinápolis é acusado de assediar aluno menor de idade

Segundo informações, o professor mandava mensagens para o aluno, chamando-o para tomar açai, sorvete, etc.

24/05/2022 às 11h18
Por: Redação Fonte: Alô Xavantina
Compartilhe:
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Por: Adailson Pereira

 

A Polícia Civil e o Ministério Público de Mato Grosso, foram acionados na última quinta-feira (19), para tratar de um suposto assédio sexual, contra um adolescente de 12 anos, em Campinápolis (a 545 km de Cuiabá).

 

Segundo informações do site Alô Xavantina, Reinaldo Dias Ribeiro, pai do adolescente, procurou as autoridades competentes, após o seu filho sofrer aliciamento, assédio e constrangimento, por parte do professor, K. L. G. S., da Escola Estadual Couto Magalhães.

 

De acordo Ribeiro, o professor mandava mensagens para o seu filho através do aplicativo WhatsApp. Ele relatou que o teor da conversa era marcando encontros a sós para tomar sorvete, açaí e ainda orientava o aluno para não contar a ninguém sobre o assunto.

 

 Ainda segundo testemunho do pai do adolescente, K. L. G. S. teria ligado na casa da mãe da vítima querendo saber a respeito do menor, no intuito de querer encontra-lo. Outro relato narrado as autoridades foi que em sala de aula, o professor chegou a liberar todos os alunos, exceto o seu filho, com o pretexto de fazer atividades escolares.

 

A mãe do adolescente revelou que há comentários na sala em que seu filho estuda, que o aluno tem tratamento especial por parte do professor.

 

O site Alô Xavantina entrou em contato com a tia do adolescente, que relatou que a vítima teria confessado a ela que, o professor teria tocado em suas pernas e beijou o seu pescoço dentro da biblioteca da escola. No entanto, esse fato não consta no boletim de ocorrência e nem no termo de declaração feito ao Ministério Público.

 

O site entrou em contato com o Conselho Tutelar de Campinápolis, via WhatsApp, que relatou que sobre o caso específico, só podem informar os fatos narrados envolvendo o professor e o aluno, menor de idade, da Escola Estadual Couto Magalhães, através de ofício judicial.

 

O diretor da Escola Estadual Couto Magalhães, Emival Pereira da Costa também foi procurado pelo site Alô Xavantina, o educador relatou que considerando a gravidade do assunto, “foi dito ao Ministério Público pela direção da escola e a promotoria, estamos aguardando o desenrolar das investigações pela justiça”.

 

O diretor também foi questionado se o professor continua lecionando na escola, porém, o site não obteve resposta.

 

O Professor K. G. L. S. foi procurado para defender das acusações, contudo, não foi localizado.

 

Já a família do aluno está indignada com a situação, pois segundo relatos, o professor continua dentro da sala de aula normalmente, como se nada estivesse acontecido. Como medida protetiva, os pais retiraram o menor da escola.

(Com informações, Alô Xavantina)

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários